Papo de bar

9 02 2009

Cara, esse ano eu vou tentar postar mais. “Esse ano?”. É, tô ligado que já é 2009 faz tempo e isso aqui tá meio às moscas… Prometo mudar. Vou me programar para postar todos os dias. Nem que seja qualquer papo-furado (tipo agora). Sei que tem um pessoal que visita, já fiz até alguns amigos. Não quero perder isso.

Não que justifique, mas, nos últimos dias a vida correu num ritmo mais rápido. Eu devo viajar em abril, então preciso arrumar a casa e deixar no esquema os assuntos com os quais não vou mexer enquanto estiver fora. Isso só já toma um tempão.

Um desses assuntos é o DVD box do Jaspion, que sai em abril. Era março, lembra? Pois é, vai atrasar. Mas isso é normal. Aliás, andaram perguntando desconfiadamente se a Focus ia lançar a série até o final, com medo que aconteça a mesma coisa que aconteceu com Full Metal Alchemist.

Pode relaxar que Jaspion sai inteiro sim. O esquema está montado já e não é segredo: serão duas latas, cada uma com metade dos episódios da série (de um total de 46). Não vai ter erro. Até porque, aqui, Jaspion é um produto muito mais comercial que o FMA. Jaspion faz parte da nossa cultura popular. Todo mundo sabe o que é, enquanto só fãs de anime conhecem o Full Metal. Não que isso sirva de desculpa para eles terem parado de lançar o desenho. Magina. Mas Jaspion vai dar grana e, para qualquer empresa, ainda mais hoje, isso é prioridade.

Em meio ao caos que o mercado de DVDs tem se transformado (pirataria bombando, vendas pífias…), o saudosismo tem se dado bem. A menos que haja um revertério revolucionário no mercado ou dentro da Focus (sempre existe um risco. Quem me garante que o meu prédio não vai desabar exatamente agora, enquanto escrevo?), vai sair completo.

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Alguém ai curte ler? Ando revirando sebos em busca de raridades e baixo preço. Ultimamente voltei à ficção científica, gênero que andava meio sumido da pilha aqui.

Terminei Contato, do Carl Sagan – bom! – e comecei 2001 – Odisséia Espacial (“Uma Odisséia no Espaço” é como o sub-título do filme do Kubrick foi adaptado para o português). Essa série é demais. Gosto quando a história tem embasamento científico e projeta um futuro plausível ou, pelo menos, com noção científica real – nem que seja a noção que se tem na época. 2001, o livro, foi escrito entre 1964 e 68. O homem só pisou na Lua em 69 e mesmo assim Arthur C. Clarke descreveu o satélite bem parecido com o que ele realmente é. Ele é fera.

O filme do Kubrick fez tanto sucesso que o público pressionou o Clarke para escrever uma continuação explicando a brisa doida que é aquele final. Alguém não viu 2001? Bom, olha o spoiler: o final é confuso. O astronauta David Bowman cai, perto de Júpiter, numa fenda espacial, aparece num quarto todo luminoso, se vê velho e, supostamente, volta para a Terra como um bebê dentro de uma bolha.

É inconclusivo e é bem legal desse jeito. Li uma vez que nem o próprio Kubrick tinha definido um sentido racional específico para a sequência. Ele tinha a sua explicação particular preferida, como todo mundo que assistiu.

Mas a inconformidade do povo, que quer sempre tudo bem explicadinho, fez o Clarke escrever 2010 – Uma Odisséia no Espaço II, que virou filme também, em 1984 (assisti e achei legal, menos que o 2001, claro). Daí pra frente ele se empolgou: fez 2061 – Odisséia III e, finalmente, 3001 – A Odisséia Final. Não li nenhum desses dois ainda, mas já comprei e estão na pilha aqui. Os outros dois eu indico.


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5 responses

9 02 2009
Eriwelton

Kara komo sua vida eh korrida =O
Eu adoro ler =D principalmente mangá de ficção científica (apesar de só ter lido um ¬¬ mas eh soh ki ainda naum tive a opportunidade de komprar outro de ficção cientifika e tbm falta dinheiro u.u) mas sab? eu naum gostava de ficção cientifika D= Mas kando eu komecei a ler “Full Metal Panic” (conhece? O_O) Achei massa!!! =D

10 02 2009
João Aranha

O último livro que li mais próximo de ficção científica foi “O Universo numa casca de noz” do Hawking, mas um de mues vícios de leitura autias são os pocket books da Agatha Christie, especialmente “A Mansão Hollow”. Poirot é o cara.

E sei muito bewm como é ter uma vida corrida, porque aqui penso às vezes que precisaria de dias de 26 horas.

10 02 2009
Gustavo Badran

Antigamente eu tinha uma vida super corrida. Acordava às 6h00 da manhã, entrava no colégio às 7h00, saía às 12h00, fazia cursos a tarde toda e karate à noite. De segunda à sexta era assim. Eu reclamava MUITO, dizia que estava cansado daquela correria. Hoje eu vivo uma vida intediantemente oceosa. Parei os estudos, os cursos e o karate. Resultado: engordei mais de 10 kg e não aguento mais esse tédio. Já estou voltando àquela rotina de antigamente. EU QUERO CORRERIA MESMO!! Quero acordar às 6h00 novamente (ou até mais cedo, se possível), fazer karate e até mais atividades físicas. Estou disposto até a retomar os estudos (quem diria!). É, a gente muda! ^ ^
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Agora, sobre o que você disse, Ricardo:
“2001, o livro, foi escrito entre 1964 e 68. O homem só pisou na Lua em 69 e mesmo assim Arthur C. Clarke descreveu o satélite bem parecido com o que ele realmente é. Ele é fera.”

Isto é, se o homem realmente pisou na Lua, né?
Mas isto já é uma outra história…

Abração!!

11 02 2009
Lucas Rey

Estou lendo o livro Beatlemania, é muito bom. É um livro recente e pra quem gosta dos Beatles é ótimo já que apresenta diversas curiosidade, recordes e informações claras da banda. Não é biografia, geralemente elas são um pouco chatas e massivas, esse livro não, ele é muito bom, acho que termino de ler ele essa semana, pra semana que vem voltar a ler os livro do Calvin & Haroldo que estão sendo lançados pela Conrad.

28 02 2009
Gara, Ninja Master

Se o DVD tiver a dublagem da manchete e tiver legenda baseado no diálogo original (pq legenda baseada na dublagem é muito sujeira), vai tar perfeito já.

Eu queria sugerir um livro tb, é Adimirável Mundo Novo, é uma história (acho q isso não chega a ser um spoiler) de um mundo no futuro próximo, onde a sociedade é totalmente massificada, as pessoas “adestradas” quando criança, são induzidas a pensarem de uma forma conveniente para serem mais facilmente controladas. Esse livro usa um conceito de ensino atravez do sono (isso tem um nome próprio que eu esqueci), é um conceito que é usado naquele filme A Ilha tb, e deve ser usado em vários outros (não tem ação como um star wars mas deve ser na linha do 2001 e por ser clássico e bem escrito vale conhecer)
O livro é uma crítica do escritor ao socialismo e também à indústria da época, as linhas de montagem, divisão de trabalho.

Um que eu ainda vou ler, é Duna, esse eu não recomendo pq não li, mas acho q deve ser bom, é o livro em que foi baseado o jogo Dune2, o filme e a série.

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