Entrevista com Jorge Okubaro

25 08 2008

Lembra que eu disse que postaria alguns textos aqui? Pois é, faz tempo mesmo (até agora só postei um, a entrevista com o Nelson Sato). Aí vai outro, desta vez, uma entrevista com o jornalista Jorge Okubaro, autor do livro O Súdito, que conta a história da vinda do seu pai ao Brasil, como imigrante. O texto saiu no Almanaque dos 100 anos da Imigração Japonesa no Brasil, que editei e foi publicado no primeiro semestre pela editora Escala. O Jorge contou coisas bem interessantes sobre a época em que os japoneses penavam para se estabelecer no Brasil.

Entrevista com Jorge Okubaro, autor do livro O Súdito

Acomodado em sua sala no sexto andar do prédio do jornal O Estado de São Paulo, Jorge Okubaro, hoje editorialista de uma das publicações de maior circulação do país, acha um tempo para revisitar memórias, casos e expor opiniões a respeito da imigração japonesa e seus efeitos. Ele é autor do livro O Súdito, que narra a vida de seu pai, Massateru Hokubaru, imigrante que chegou ao Brasil em 1918

Este foi o seu primeiro trabalho sobre algo relacionado ao Japão?

Sim. Na verdade, o Japão sempre esteve distante do meu horizonte de vida. Eu só fui para lá em 1980 por várias circunstâncias profissionais e familiares. Eu tinha acabado de perder o emprego na Folha, tinha recebido muito dinheiro do Fundo de Garantia e não sabia muito bem o que fazer com aquilo. Eu era recém casado, sem filhos… Foi ai que eu olhei para a cara da minha mulher e disse: “poxa vida, por que a gente não vai para o Japão torrar essa grana?” (risos).

Muito boa idéia.

(risos) Eu voltei absolutamente encantado com o Japão. Foi a primeira vez que tive um contato mais estreito com o país. Isso me motivou a estudar japonês. Estudei durante quinze anos, quatro horas por dia, escrevendo aqueles ideogramas todos. Usei a minha disciplina de politécnico para aprender a língua, mas falo muito mal o japonês, escrevo pior ainda e entendo alguma coisa. É uma língua extraordinariamente difícil.

E veio dai a idéia de escrever o livro?

Não. Essa idéia me veio depois da leitura do livro Corações Sujos do Fernando Morais. Na época, fui convidado para fazer uma resenha para o Jornal da Tarde. Fazendo essa resenha, me pareceu um livro incompleto, por vários motivos. Não que o livro seja ruim. É bem escrito e naquilo que trata, trata muito bem. Mas não fala de tudo, pelo contrário; aborda apenas de um aspecto da Shindo Renmei, que não respondia as minhas indagações principais.

Que indagações eram essas?

O meu pai foi membro da Shindo Renmei. Eu desde criança sabia disso, havia problemas em casa, nós pagávamos advogados, aquela coisa toda. Era algo que complicava a família, mas eu criança não podia compreender aquilo. E a leitura do Fernando Morais também não me explicou o que era a Shindo Renmei. Então, já na redação, na preparação dessa resenha, comecei a me indagar quais eram as razões da Shindo Renmei. Claramente não eram aquelas poucas que estavam ali expostas: certo fanatismo exacerbado e sobretudo uma demência política que transparecia na obra do Fernando Morais. Meu pai não era demente e nem fanático. Ele era um nacionalista e disso eu sempre soube. Então, eu fui buscar um motivo um pouco mais convincente para ter existido uma organização tão esdrúxula e maluca, que dizia que o Japão havia ganhado a guerra.

Realmente, hoje é difícil ver algum tipo de sanidade nisso.

Mas naquela época fazia sentido. E é justamente esse sentido que eu achava que faltava na obra do Fernando Morais e que me propus a explicar no meu livro. Comecei a fazer pesquisas e fui às raízes. Eu tinha a idéia de escrever uma biografia do meu pai, mas a leitura de Corações Sujos me instigou a tentar recuperar esses fatos todos e tentar explicá-los de uma maneira compreensível para os olhos de um leitor do século XXI. No entanto, ao mesmo tempo em que pretendia responder essas indagações pessoais que eu tinha, quis, sob o ponto de vista de recurso literário, contar a vida de um personagem ao longo da história dos países pelos quais ele passou. Do Japão, mais especificamente da ilha de Okinawa, que fica ao sul do arquipélago, até o Brasil, no período em que ele viveu. A partir daí, fui traçando sua vida e descrevendo como se dava o processo, primeiro, da emigração do Japão para o Brasil e, depois, a absorção desses imigrantes pelo país destino – que são dois processos dolorosos e absolutamente traumáticos na vida de qualquer pessoa. Deixar o seu país de origem é algo trágico. Provavelmente você só faz isso porque as condições de vida ali são piores daquelas que você poderia imaginar em qualquer outro lugar.

E havia também a motivação de regressar logo e rico.

Mas é claro. E eles chegaram com essa expectativa. “Vamos colher dinheiro nos pés de café”. Essa era a idéia que se transmitia aos que emigravam no Japão. É uma coisa absolutamente equivocada, pois quando ele chega aqui encontra as piores condições que podia imaginar. Ele não conhecia a língua, os hábitos alimentares, não conhecia a privada, não conhecia café, as geadas… Foi toda uma seqüência de surpresas que devem ter moldado a vida de um garoto de treze anos, que foi a idade com a qual o meu pai chegou aqui, para sempre.

Que tipo de educação o seu pai recebeu no Japão?

Como todo o japonês, meu pai tinha um nível de educação extremamente alto. Principalmente depois da Revolução Meiji é que começa a escolaridade obrigatória e intensa a partir dos seis anos de idade. Como ele chega aqui com treze anos e meio, já tinha pelo menos sete anos de escolaridade formal, o que já era uma raridade no Brasil da época. Portanto, não se tratava de um idiota, como provavelmente se imaginaria quando se lêem os episódios da Shindo Renmei. Seguramente ele não era um idiota. Pelo contrário, ao longo do tempo ele foi muito dedicado a leitura, dentro do que era possível, pois não havia muita literatura em japonês na época e papai não entendia quase nada do português.

Como foi a sua infância?

Eu sou o mais novo de sete filhos. Além dos ste, meus pais adotaram mais dois, mas um dos filhos naturais deles morreu ainda quando criança, de modo que nós fomos criados como se fossemos oito. E, por uma série de circunstâncias, eu pego o período de “abrasileiramento” da minha família, que é o imediato pós guerra. A constatação da derrota do Japão, terrível para o meu pai, e a percepção de que aquele Japão que ele idealizara, no qual vivera e ao qual pretendia voltar não existia mais o leva a tomar a decisão de ficar no Brasil. Isso significa educar os filhos segundo as regras brasileiras e, do ponto de vista da ambientação social, adotar o português como idioma doméstico. Esse é o processo de transformação do meu pai em um homem condenado a viver no Brasil.

E, mesmo até chegar nesse ponto, ele ainda tinha esperanças de voltar ao Japão?

Sim, ainda tinha. Acho que todo o imigrante tinha. Mas ele toma a decisão de ficar aqui por vários motivos. Do ponto de vista prático, foi o fato da professora de francês do meu irmão, já no ginásio, ter dito para o meu pai: “olha, seu filho vai muito bem na escola, mas ele tem problemas com o idioma português e isso vai lhe trazer dificuldades mais para frente”. Associada a essa observação da professora e á constatação de que o Japão perdera a guerra e que ele não poderia mais voltar ao país, meu pai decide só falar português em casa. Eu nasci nesse período, então não conheço o japonês como idioma doméstico. A minha infância, embora falada em português, foi permeada sobretudo pela cultura okinawana. Claro que mesclada com a cultura japonesa, porque no período em que o meu pai nasceu Okinawa era uma das províncias japonesas – no imediato pós-guerra ela passa a ser uma possessão americana e isso vai até 1971. A cultura de Okinawa é bem diferente da do resto do Japão e seu povo conseguiu preservar essa cultura, até os dias de hoje.

Como a sua família sobrevivia nessa época?

Nós éramos pobres. A minha família era de tintureiros fracassados, feirantes fracassados, donos de bares fracassados… Nós morávamos em péssimas condições. Até a minha adolescência, morei em casebres. Eu descrevo algumas dessas casas no livro e muitas pessoas chegam a ficar impressionadas, principalmente por nós já estarmos num ambiente urbano. Obviamente, nós não tínhamos televisão. Apesar da TV ter chegado ao Brasil em 1950, a gente só vai ter televisão em meados dos anos 60, quando a família já tinha melhorado um pouco de vida. Mas eu cresci ouvindo rádio, ouvindo música. Eu me lembro de alguns programas de rádio que eram transmitidos em Santo André, onde eu passei a minha juventude. Havia duas emissoras de rádio, a ABC e a Rádio Santo André e as duas tinham programas de música japonesa. Ouvia muita música enka e a grande cantora era a Misora Hibari. Durante o começo dos anos 50, que é quando começa a se formar a minha memória musical mais densa, ela era sem dúvida o grande nome.

Apesar das dificuldades financeiras você comiam comida japonesa?

Como toda a família pobre, só se comia o que se fazia em casa. Na cozinha okinawana usa-se muito carne de porco, muita fritura… É diferente da comida japonesa e era essa a alimentação que eu tinha em casa. E, como meus pais eram feirantes, vinha também a sobra da feira: quiabo, jiló, berinjela, alface, tomate, essas coisas. Era uma famíla pobre, mas orgulhosa, sempre tínhamos algum tipo de proteína animal. Carnes de segunda para época que hoje seriam chamadas de terceira, como miúdos de bói, de porcos… Eu me lembro que a primeira vez que fui a um restaurante japonês, ainda no tempo em que havia o Cine Niterói, na rua Galvão Bueno, foi para comer Nabeyaki-udon. Meu pai considerava essa uma das melhores comidas do mundo. E hoje é um prato muito barato, nos melhores restaurantes não custa mais do que 25 reais. Mas na época não. Essa foi uma das poucas vezes que fomos a um restaurante japonês e até hoje nutro um carinho especial pelo Nabeyaki-udon.

Depois de passar por tantas dificuldades, o que motivou os seus pais a continuarem no Brasil?

Para começar, eles não tinham condições de pagar a viagem de volta. E, em segundo lugar, meu pai não suportaria a idéia do fracasso e voltar seria a maior forma de admitir esse fracasso. Mas havia uma dificuldade financeira que era quase intransponível. A viagem de ida era subsidiada pelo governo, ou pelo governo japonês ou pelo brasileiro, ou por ambos. Mas para a volta isso não existia. Você tinha que voltar com os seus próprios meios e descobrir alguém que fizesse a viagem, o que não era comum. Era usual os navios fazerem o trajeto de Kobe para Santos, mas o contrário não.

Ele sofreu algum tipo de preconceito por ser de Okinawa ou mesmo por ser japonês?

Olha, eu não sei como ele administrou isso. Mas no meu caso, era duplamente rejeitado, porque para os japoneses eu era okinawano e para os brasileiros eu era japonês. Isso acabava nos empurrando mais para o lado dos brasileiros. Já que era para ser minoria, que fosse uma minoria entre a maioria (risos).

Como era o círculo de convivência do seu pai?

Eram fechados na colônia. Talvez ele tivesse um pouco de dificuldade de conviver com outras pessoas.

Nessa época ele já falava bem o português?

Ele já falava bem melhor. Falava um português quase bom. Já a minha mãe sempre teve muita dificuldade. Mas o meu pai vivia dentro da colônia. Ele tentou me colocar em uma escola japonesa, eu frequentei durante uns dois anos. Mas ele achou que não ia dar certo e me tirou de lá. Durante uns dois ou três anos me fez praticar o kendô para que eu pudesse me integrar com as pessoas de origem japonesa da minha geração. Também não deu muito certo, eu não levei muito jeito para aquilo. Mas esse foi um dos meus contatos mais diretos com o Japão e com a cultura japonesa até então.

O seu pai apoiou as decisões em relação aos estudos e escolhas profissionais suas e dos seus irmãos?

Sim, ele sempre apoiou e procurou fazer de todos nós jovens universitários. Mas essa foi uma coisa complicada. Os meus dois irmãos adotivos não chegaram a estudar. Eu sempre achei que tinha discriminado esses dois, mas depois, revendo a história, vi que houve razões muito peculiares. A minha irmã adotiva, que faleceu há dois anos, tinha dez anos a mais do que eu, mas naquela época mulher não ia para escola, então meu pai deu a ela a educação mínima que se podia dar na área rural de Araraquara, que eram os três anos do ensino básico. A partir daí, mulher era preparada para o casamento, etc… No caso das minhas outras irmãs já houve uma intervenção do meu irmão mais velho, que exigiu que elas estudassem. Mas é interessante observar que a mais velha ainda sofreu esse efeito da tradição japonesa de preparar a mulher para o casamento. Já o irmão de sangue dela, meu irmão adotivo, resistiu muito a idéia de ir para a escola. Depois de completar o primário ele acabou desistindo. No final das contas, todos se formaram menos eu (risos). Eu entrei na Politécnica e depois entrei na ECA. Dava aulas de matemática e um belo dia um professor amigo me convidou para trabalhar na Folha. E topei esse trabalho, que tinha um horário totalmente maluco, entrava as duas da madrugada e saia as seis… Aos dezoito anos você acha tudo uma maravilha (risos).

Quais você considera as maiores contribuições dos imigrantes japoneses para o Brasil?

Bom, a primeira é na mudança do perfil da produção agrícola. A introdução de uma variedade grande de produtos hortifrutigranjeiros, trazendo á mesa dos brasileiros coisas que eram absolutamente desconhecidas. Do ponto de vista cultural, infelizmente, a influência tem sido muito pequena. Isso se deve principalmente a enorme diferença entre os idiomas. Mas certos hábitos passaram a simbolizar um pouco o que é o japonês, a disciplina, a organização, solidariedade… Acho que todos esses valores são positivos para o comportamento da sociedade. A partir dos anos 60, há o florescimento dos hábitos da culinária japonesa, da cultura do mangá, que para mim é algo surpreendente, por ter um impacto incrível nos jovens brasileiros e do resto do mundo. E existe também uma especificidade na produção intelectual dos descendentes de japoneses aqui no Brasil. No cinema, a gente sempre acaba caindo no exemplo da Tizuka Yamazaki, mas há gente se destacando na arquitetura e sobretudo nas artes plásticas, em que há um papel inegavelmente importante de artistas japoneses. Você pega Chikashi Fukushima, Tomio Otake, Manabu Mabe, Takaoka… Seguramente eu devo ter excluído alguns nomes importantes, mas a influência desses japoneses nas artes plásticas brasileira é notável.

A filosofia de vida dos seus pais teve alguma influência na sua vida adulta?

Teve e eu acho que sabendo das suas limitações para o ato de empreender ele optou pelo caminho, comum em outras famílias japonesas, de colocar os filhos na rota do ensino. Acreditando nesse ensino como meio de crescimento. Creio que ele fez a escolha certa e nesse sentido eu tento o descrever não um homem derrotado, mas um homem vitorioso e simbolizo isso na trajetória do meu irmão mais velho. Eles o colocam na escola, o deram responsabilidades e funções sociais e políticas de um brasileiro típico. Meu pai quis o transformar num cidadão brasileiro e fez isso com muito empenho. Eu acho que todo o fracasso que ele tem como empreendedor é superado pelo sucesso em formar os filhos como cidadãos brasileiros.

Com a comemoração dos cem anos da imigração, o que você sente, tendo como contexto pessoal toda essa interessantíssima trajetória do seu pai?

Algo contraditório, vou explicar porquê: a comemoração eu acho que é o justo reconhecimento do trabalho de um grupo de pioneiros. Quando você analisa as condições em que eles vieram e as condições em que viveram, vê que eles merecem essa homenagem que estão prestando. Ao mesmo tempo, ocorre num momento em que a identidade japonesa no Brasil está diluída, o que é absolutamente natural. Todo processo de imigração acaba levando á uma assimilação. O mal dessa assimilação, se é que pode se chamar de mal, é a perda das origens, da identidade. Mas isso é inevitável. Há uma adaptação e uma busca por novas formas de convivência que gera a diluição da raça original.

Mas a comemoração da decisão de muitos virem para uma terra completamente estranha é algo completamente justificado e merece ser enaltecida.

E a que você atribui o cada vez maior número de estrangeiros interessados no Japão?

Para esse fenômeno de estrangeiros interessados no Japão, talvez a gente devesse buscar outras explicações. O Japão que, no fim do século XIX e começo do XX, envia imigrantes para o mundo é um país em rápida reconstrução e em processo de transformação em uma grande potência militar em escala mundial, tanto que participa de várias guerras antes de entrar na Segunda Guerra Mundial. Há no imediato pós-guerra uma sensação de destruição e fim do império japonês, mas, em contrapartida o Japão é um país que consegue se reconstruir num prazo de tempo extraordinariamente curto – vinte, vinte e cinco anos – até se transformar novamente numa potência, não mais militar, mas econômica. Em 1945, o Japão era um país arrasado pela guerra – Tóquio estava destruída depois de constantes bombardeios pelos B-29, Okinawa idem, Hiroshima havia sido varrida do mapa juntamente com Nagasaki… No entanto, já no começo dos anos 50, eles começam a construir o rádio speaker, copiam certas tecnologias e passam desenvolver novas. Em 1970 o país já tem as maiores produtoras de aparelhos elétricos em escala mundial. A Sony começa a inventar equipamentos que produzem uma revolução na arte do lazer doméstico, introduzindo novos costumes. A indústria automobilística, surpreendentemente, nos anos 80 chega a superar os grandes mitos americanos que eram a GM e a Ford, etc… Dessa forma, você tem um novo país, que não é mais aquela potência militar do passado e que passa a ter uma presença quase exuberante no cenário mundial. No começo dos anos 90, o Japão chega a comprar símbolos do império americano, como o Rockfeller Center – depois é obrigado a vender, mas enfim… A década de noventa é o auge da exuberância econômica japonesa e poderio econômico equivale também a um poderio cultural. Para a felicidade dos leitores mundiais, essa é uma fase em que também floresce a cultura do mangá com muita força no mundo inteiro. Apesar de um período de quase quinze anos de paralisia econômica, mas que ainda assim não tira o Japão do posto de segunda maior economia do mundo, esse conjunto todo de fatores faz do país algo interessante. Depois ele ainda se abre para o turismo e a culinária japonesa, não só no Brasil, mas no resto do mundo passa a ter uma enorme importância. Nos últimos vinte ou trinta anos há uma congruência de elementos que tornam o Japão muito atrativo para os estrangeiros, nós gaijins… Quer dizer… Se bem que se eu for ao Japão seguramente sou um gaijin (risos).

Com certeza o seu pai teria muito orgulho de tudo isso, não?

Eu acho que sim. Acho que ele se orgulharia do Japão de hoje. E não se envergonharia dos filhos que criou.

Anúncios

Ações

Information

2 responses

29 08 2008
Douglas Leite

BOA MATÉRIA CRUZ!!!
Mas…..
Tou esperando o 2º PODCAST!Hahaha e num esquece do que te pedi hein!
Vamos ver se até 00:00 você posta hehe
Abraço!

29 08 2008
Bruno Fernandes

Pois é,bela matéria
infelizmente saiu pouca coisa sobre a história dos primeiros japoneses q aqui chegaram e a mídia ñ deu importancia à comemoração do centenário (pois ñ havia bunda de fora nem putaria)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s




%d blogueiros gostam disto: